quarta-feira, 21 de julho de 2010

Explicação

Bom antes de tudo, eu queria agradecer o carinho de todos os que tiram um tempinho de suas vidas preciosas pra passar aqui -rs. Eu juro que queria ter postado mais, só que o tempo o os amigos não me permitiram. Não será esse o meu último post antes de terminar as férias, estou devendo pra vocês mais episódios do quadro do blog, E AGORA SOPHIA?, e adivinhem? Eu tenho dois fresquinhos aqui prontos para serem passados para o papel, ou melhor, postados. E antes que pensem que eu vou morrer ou algo do tipo no fim das férias -rs, eu explico; É que eu estou estudando, num internato, e o blogger é bloqueado, e também não tenho muito tempo, mas sempre que tiver um feriado prometo um post, ok? Então se eu sumir por um tempinho, se desesperem (ata, claro ¬), é só por um tempinho. I will come back (x

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Aquela sensação

Dizem que as pessoas gostam tanto de chocolate, não só pelo fato de ser chocolate, mas sim porque tem a mesma sensação de estar apaixonado. Por isso é tão viciante. Por isso quando estamos nervosos avançamos no chocolate. Por isso que quando estamos deprimidos voamos pra cima do chocolate, com a intenção, e a expectativa inútil, de se sentir tão bem novo. E rapidamente essa sensação vai embora e voltamos a devorá-los, em busca, de mais e mais e mais. Se tornando então um ciclo vicioso. E são com essas pequenas coisas, que eu sempre empaco, tipo, são sempre com as pequenas coisas, que eu tenho as maiores reflexões; são sempre com as pequenas coisas que me atrapalho um monte -rs; são sempre com as pequenas coisas que se constroem as grandes; são sempre com as pequenas coisas, que nasce um sentimento. E é ai que me pego pensando. Não pensando simplesmente na vida, mas pensando nas coisas que me faltam. Como alguém. E é ai que percebo que me apaixonar, é uma coisa que nesses últimos tempos eu quero distância, se é que você me entende. É como no outro post, quero mais é tempo pra mim. Acho que não estou com cabeça pra isso, sei lá. Talvez porque não encontrei a pessoa, ou simplesmente porque não é o momento. E nisso dou tempo ao tempo, e aprecio aquela sensação que nos faz tão bem, com o chocolate mesmo... (:

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Infelizmente


Hoje estava lendo um post no my new persperctive, que falava de inimizades, e que as piores são as que um dia foram amizades. Essa semana, eu vi que nada me abala mais do que coisas que acontecem com meus amigos, ou com as pessoas que eu amo. E o abacaxi dessa semana, que me abalou, foi de uns amigos meus. O que me deixa brava, é ficar no meio disso tudo, tentando resolver em vão, porque é incrível, como as pessoas são persistentes ou "brasileiras" digamos assim, quando querem. O que custa dar o braço a torcer, quando está errado e sabe que está errado? Poxa, por causa da infantilidade, e também por não querer aceitar as coisas simples da vida, que um dia todos nós podemos passar, caramba! não é o fim só mundo. Só pequenas pedras no caminho. No fim acabou passando uma imagem, como se tivesse sido falso o tempo todo, de que nunca foi um amigo de verdade, de que nunca foi sincero. O que na verdade não aconteceu, mas prefere, ficar de "pirraça". Vale mesmo a pena, deixar o orgulho acabar, com a amizade que tem com todos? Orei a Deus, pra que me colocasse as palavras certas, para dizer e tentar evitar essa situação mas, o orgulho só atrapalha. Agora deixo tudo em suas mãos, que possa sentir o toque em seu coração e se arrependa, porque simplesmente NÃO VALE A PENA.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Ausência

Fusão de raiva, cansaço, sarcasmo, saudade, atração... é difícil entender, é difícil explicar. Não sei como definir essa sensação. Acho que é ausência mas, ausência de que? Segundo a definição do dicionário, ausência é:  
1. Estado ou circunstância de não estar presente. 
2. Tempo que dura a ausência. 
3. Falta de comparência (presença). 
4. Carência.
Talvez carência, seja a palavra certa, mas não carência de alguém, eu tenho carência de espaço. Tenho ausência de espaço, acho que é isso que preciso, um tempo só pra mim... entende?

Perguntas sem respostas

Queria me entender. Num momento estou focada, mas no outro penso que devo olhar ao redor, e enfim encontro uma possível saída. E quando essa "saída" também enxerga a dela em mim, não consigo sentir nada que me faça palpitar, nenhum ponto de ecstasy. Então ignoro mas... Por quê? Será que quando temos as coisas nas mãos elas perdem a graça? Será que eram mais interessantes em nossas mentes como fantasia? Por que não consigo simplismente aceitar, e tentar? Por que não consigo de novo mergulhar de cabeça, como na outra porta de emergência? Será medo de tentar? Será que estou novamente focada? Por mais que eu lute para evitar, é tudo em vão? E por fim tudo aquilo do passado retorna quase da mesma forma? A mesma ilusão? Ou estou confusa demais e tentando enxergar coisa demais, e não vendo nada? Me tornando cega para ver que é real, e que devo investir seriamente? Como sei que jamais terei essas respostas, ainda tento sentir a mesma palpitação que sentia quando tudo não passava de possibilidades distantes.
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Agora me entendo menos ainda, porque a desistência veio daquele lado e me sinto estranhamente feliz por isso. O engraçado é que foi tão rápido, mal tive tempo de pensar na possibilidade. Foi melhor assim, cada um em seu canto tinha uma corda, uma razão que continua nos prendendo e pertubando nossas mentes. Isso que há em comum em nós dois.

domingo, 4 de julho de 2010

Expectativa - part II (O retorno)

Oi pessoas, quanto tempo não?
Pois é, quase cinco meses sem postar ne? Quase cinco meses sem ir pra casa. E finalmente esse dia chegou. Até que enfim, vo matar o que tava me matando -rs. A saudade. Estou ansiosa, quero ver tudo que mudou, quero ver o que ficou do jeito que eu deixei. Sabe, são quase cinco meses que passaram voando, e eu tinha a impressão de que tudo só acontecia, que tudo só mudava comigo, e com os que estão a minha volta, e esqueço do que pode ter acontecido nesses tempos longe. Só sei que vou me surpreender muito, com todas as coisas que vou ver, que vou viver. Estou tão ansiosa, quanto estava antes de mergulhar de cabeça, num lugar desconhecido, com pessoas desconhecidas. Escrevi um texto falando das minhas expectativas, e agora vou responde-las -rs. Sim, minhas companhias são beeeem legais, minhas colegas de quarto não são cariocas, mas já as amo muito; elas não são roceiras, ou antenadas, são pessoas normais como eu, e são muito melhores do que eu esperava; a rotina me adaptei, mas sempre tem uma mudança aqui ou ali, mas nada terrível; os problemas sempre existem e graças a Deus consegui superar qualquer um que tentasse me abalar; é tudo bem cansativo, mas com meus novos amigos (que são muitos HAHA), tudo fica mais fácil; um mundo novo, sempre vou estar disposta a encarar... por fim, foi bom deixar rolar. Acho que é isso. Até (: